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Fábio foi submetido a transplante de medula

26/03/2010
Recuperação do Fábio ultrapassa expectativas.

Ontem tomou o primeiro banho depois do transplante e no dia anterior comeu, pela primeira vez (em três semanas), uma canja. Também ontem deu o seu primeiro “passeio” pelos corredores do Instituto Português de Oncologia. Indicadores que dão conta da excelente recuperação do Fábio, o jovem de Vila Nova de Anços que efectuou um transplante de medula (...).

Regresso ainda demorado.

O regresso a Vila Nova de Anços, no concelho de Soure, só deverá acontecer dentro de oito/nove meses, mas a expectativa é grande. À sua espera, Fábio tem um número incontável de amigos.

Fonte: Diário de Coimbra
http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6744&Itemid=135
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Empresa tenta ajudar Eduardo

19/02/2010
Empresa da Trofa lança campanha junto de trabalhadores para ajudar a criança

Fizemos exames, mas tanto eu como a minha esposa e o nosso filho de sete anos não somos compatíveis, lamenta o pai, Leandro Moreira.

Por isso, durante o dia de ontem tentou-se encontrar a matéria certa para resgatar a vida de Eduardo ao cancro: a Savinor - Sociedade Avícola do Norte, em S. Romão do Coronado, Trofa, onde o casal trabalha, pediu a deslocação de uma equipa do Centro de Histocompatibilidade do Norte, sedeado no Hospital de S. João, no Porto, à empresa, para que trabalhadores e população pudessem contribuir com uma amostra de sangue, para depois ser analisada a compatibilidade com Eduardo. "A administração disponibilizou-se para ajudar. Estão a fazer o que podem", agradece Leandro Moreira.

Até ao final da manhã, cerca de meia centena de pessoas já tinham passado pela fábrica para tentar levar esperança a Eduardo. E havia razoáveis "perspectivas de subir" a fasquia. "Vem muita gente de outras empresas que trabalham com a Savinor", referiu ainda Carla Navio, do Centro de Histocompatibilidade. "Não custa nada", despachava-se Rosa Pinto, encaixada nos chinelos que nem tirou ao sair de casa, ali ao lado. É dadora de sangue, havia de esclarecer mais tarde - ela, o filho e o marido, também dador de medula(...)

Fonte: Jornal de Notícias, edição de 12 de Janeiro 2010
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/interior.aspx?content_id=1467324


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Eduardo luta contra leucemia

04/02/2010
Continua campanha para ajudar Eduardo
Quinta, 21 de Janeiro 2010

Mais de trezentas e cinquenta pessoas tornaram-se dadoras de medula óssea para ajudar o Eduardo. Domingo a brigada do Centro de Histocompatibilidade do Norte registou 500 inscrições em S.Romão do Coronado.

Apenas uma picada e três tubos de sangue em troca de uma infinita esperança que cresce a cada minuto que passa. O gesto é simples, mas pode significar o mundo e sobretudo a vida para o pequeno Eduardo(...)

Fonte: http://www.onoticiasdatrofa.pt/nt/index.php?option=com_content&task=view&id=5366&Itemid=200002
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Apoio crescente a Eduardo

Trofenses solidários com Eduardo
Sexta, 15 Janeiro 2010

Primeira das três colheitas para encontrar dador de medula compatível com menino de 19 meses, que sofre de leucemia, superou as expectativas. Entre as 10 e as 16.30 horas de segunda-feira (11 de Janeiro) uma centena e meia de pessoas passaram para recolher uma amostra de sangue (…)

Fonte: http://www.onoticiasdatrofa.pt/nt/index.php?option=com_content&view=article&id=5332:trofenses-solidarios-com-eduardo-&catid=479:edicao-252&Itemid=200002
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Eduardo procura medula óssea

Pai e mãe não têm medula óssea compatível com a criança
Terça, 12 de Janeiro 2010

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1467324
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Caso Eduardo


Menino com leucemia precisa de ajuda
Sexta, 08 Janeiro 2010


Chama-se Eduardo, tem 19 meses, sofre de leucemia e precisa urgentemente de um dador compatível. O sorriso contagiante e a genica do pequeno Eduardo mascaram os momentos difíceis pelos quais está a passar. Há quatro meses foi-lhe diagnosticada leucemia.(…)


Fonte:http://www.onoticiasdatrofa.pt/nt/index.php?option=com_content&task=view&id=5296&Itemid=200002

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A Marta volta a sorrir

02/06/2009
Foi encontrado um dador compatível para Marta, a menina de quatro anos que sofre de leucemia. A família da criança lançou um apelo mundial através do Facebook.


Vem de Espanha a salvação para Marta, a menina de quatro anos que sofre de leucemia e cuja família iniciou uma campanha no Facebook para tentar encontrar um dador compatível.

"Foi identificado um dador para a nossa filha Marta. Queríamos agradecer a todos o todo o empenho demonstrado. A Marta foi apenas o rosto de um problema grave que atinge milhares de crianças", diz a mensagem da campanha da criança no Facebook .

Fonte: Expresso 02 de Junho de 2009

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Bebé com leucemia salvo por por dadora Alemã

19/05/2009
Rodrigo, o bebé madeirense a quem foi diagnosticada uma leucemia linfoblástica aguda quando tinha apenas seis semanas, um caso sem histórico em Portugal, encontrou numa cidadã germânica uma medula 100% compatível.

Qual é a probabilidade de encontrar um dador de medula óssea 100% compatível com o seu bebé de dez meses, a quem foi diagnosticada uma leucemia linfoblástica aguda de tipo B com apenas seis semanas de vida? Baixa mas não impossível.

Este é o caso de Rodrigo, um bebé madeirense que encontrou numa cidadã alemã uma medula 100% compatível, através do banco internacional de dadores. Agora o bebé e os pais, Pedro e Orvídia Sousa, preparam-se para mais um desafio: o transplante marcado para o dia 29 de Maio.
"O transplante será uma nova batalha, com todos os riscos que acarreta em termos de recuperação, pois os valores imunitários vão estar baixos. Basicamente a medula do Rodrigo vai ser destruída e será substituída por células sãs que irão comandar o sistema imunológico, e que esperamos consigam eliminar qualquer célula cancerígena que ainda haja no seu corpo", explicou Pedro Sousa.

A luta de Rodrigo começou em Agosto de 2008 quando, após diagnosticada a doença, viajou da Madeira até Lisboa para dar entrada no Instituto de Oncologia Português (IPO). Não havia histórico em Portugal de um caso de leucemia linfoblástica num bebé tão pequeno - um mês e meio - e os técnicos de saúde do IPO tiveram que recorrer a ajuda internacional. A resposta veio de especialistas da Holanda, e o tratamento que Rodrigo fez foi igual ao tratamento que outro menino com as mesmas características faria noutro lugar do mundo.
Depois de vários ciclos de quimioterapia e algumas complicações, os pais decidiram lançar um repto à população madeirense para que o maior número de pessoas possível se inscrevesse no centro de dadores, já que a semelhança genética entre ilhéus poderia aumentar as probabilidades de Rodrigo encontrar alguém compatível.

Finalmente veio o "abençoado telefonema" por que tanto os pais ansiavam e a dadora, encontrada não na Madeira mas na Alemanha. Descobrir um dador não parente 100% compatível com o Rodrigo foi "óptimo", e a esperança "fortaleceu-se", porque na maioria das vezes as compatibilidades conseguidas são de 90%, ou 95%, sendo que até mesmo os irmãos podem não ser compatíveis.

"O transplante será um passo importante para o Rodrigo ficar bem e para podermos regressar à Madeira", disse o pai do bebé, que, depois de nove meses em Lisboa com o filho e a esposa, já chama a esta cidade 'casa'.

"Neste momento, o Rodrigo está em casa, em Lisboa, faz um ano a sete de Julho. Tem sido um 'fortalhão' e todos os dias o demonstra. Apesar de estar a fazer medicação, que é um ciclo de quimioterapia de manutenção para o transplante, tem se aguentado bem".

A campanha para encontrar um dador de medula para o Rodrigo já deixou um legado "precioso": quatro mil novos potenciais dadores inscritos na Madeira, onde este número não ultrapassava a centena e meia; a alteração de procedimentos no Centro Hospitalar do Funchal para acelerar o processo de doações; o aceleramento no processo de verificação de compatibilidade; e uma mensagem de esperança para todos aqueles que estão a passar por este processo.
Fonte: Expresso 5 de Maio de 2009



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Manuel: células estaminais há dois anos, mas a festa é todos os dias

27/04/2009
No parque infantil da Solum, em Coimbra, Manuel – que nasceu com uma imunodeficiência severa – mergulha as mãos na areia grossa, trepa pelo baloiço, desce pelo escorrega e aventurasse a caminhar sobre uma rede de malha larga depois de pedir: “Mãe, ajuda!” “Isto sim – é o que não quero esquecer, o que festejo todos os dias”, diz Isabel Araújo, de 38 anos. Sorri. Está a explicar que hoje não vai assinalar o segundo aniversário do transplante de células estaminais que permitiu que Manuel hoje viva como uma criança normal. “A esses dias, se pudesse, esquecia-os.”



Manuel tem três anos e dois meses. Mas o primeiro passou-o quase todo internado e em isolamento. Por isso, é mais ou menos como se tivesse nascido há dois, depois de receber as células estaminais do cordão umbilical do irmão mais velho, que os pais, sem nunca pensarem que isso poderia salvar um dos filhos, tinham decidido preservar, num banco privado. “Agora é engraçado pensar nisso. Foi em 2003, no ano em que apareceu em Portugal a primeira empresa a fazer preservação de células estaminais. As células teriam de ser guardadas na Bélgica; não tínhamos razões para estar demasiado confiantes na correcta preservação; não sabíamos qual, ao certo, seria o tempo de vida das células; não eram tão conhecidas as vantagens deste procedimento; para que a recolha fosse feita tínhamos de trocar de médico e de maternidade. E a verdade é que, sem qualquer objectivo especial, fomos tomando uma decisão após a outra até à que salvou o Manuel”, conclui Isabel, farmacêutica.
Não faz mais considerações: “Aconteceu.” Diz que não pensa muito nisso. Depois do Frederico Xavier, de cinco anos, e do Frederico Manuel, que agora corre no parque, entrou na família um terceiro Frederico, há um ano. E o tempo que lhe sobra diz, é pouco, seja para pensar seja para fazer outra coisa que não acompanhar os filhos. “Mas uma coisa fiz”, ressalva. Tornou-se dadora de medula: “O tempo que passei em hospitais mostrou-me que dando muito pouco de nós podemos estar a salvar a vida de outra pessoa.”

Fonte: Público – 19 Fevereiro 2009

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